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    May 18

    The Blood of Jesus have a Power

    Vemos muitas vezes, pessoas invocarem o sangue de Jesus de modo irrefletido, precipitado, sem atentarem no que estão a fazer. Precisamos considerar que o santo e precioso sangue de Jesus Cristo não é amuleto, talismã, objeto místico, fórmula mágica ou exorcisante, nem crendice popular. Portanto, trataremos dos principais aspectos do poder do sangue de Jesus e suas lições, segundo a revelação e o testemunho da Palavra de Deus.

    1) O sangue é poderoso para vivificar – O seu poder infinito produz vida e restaura os mortos espirituais. Com a entrada do pecado na incipiente raça humana no Éden, entrou também a morte, tanto espiritual quanto física (Gênesis 2.17-19 e Romanos 5.12).
    Deve ter sido pavoroso para Adão e Eva aquele dia, a partir do qual, devido "a lei do pecado", a morte passou a reinar no ser humano (Romanos 8.2; mas também os capítulos 5 e 7 de Romanos). Aquela fatalidade atingiu também toda a Terra, a criação inteira e toda a raça humana em todos os tempos. Deus havia prevenido a Adão das conseqüências, no caso deste vir a transgredir os preceitos divinos.
    Assim, o homem ao pecar, tanto naquele distante princípio como em todos os tempos, perdeu o direito à vida e está condenado a morrer, mas o poder do sangue de Jesus desfaz esse quadro desesperador. A eficácia do sangue de Jesus Cristo vivifica os mortos no pecado para a vida eterna em Cristo, quando o pecador o aceita como seu Salvador pessoal.
    "O sangue é a vida" (Gênesis 9.4 e Deuteronômio 12.23). O sangue de Jesus comunica vida; é sangue que vivifica. Quem pela fé em Deus se apropria do poder redentor do sangue de Jesus, fundamentado no Evangelho, obtém, livremente, a vida eterna. Em João 6.53-56, Jesus afirmou abertamente: "Quem bebe o meu sangue tem a vida eterna".


    2) O sangue de Jesus é poderoso para assinalar – Assinalar no sentido de marcar o crente como propriedade exclusiva de Deus, para uso Dele. A marca do sangue de Cristo no crente separa-o para Deus. Esse sinal o distingue como pessoa peculiar de Deus. Em Êxodo 12.13a, 27, vemos no sangue assinalador e, ao mesmo tempo, protetor do cordeiro pascal uma figura nítida do sangue de Jesus Cristo, o Cordeiro de Deus, que nos marca como povo santo e separado do mundo para Deus. "E aquele sangue vos será por sinal nas casas em que estiverdes; vendo eu sangue, passarei por cima de vós, e não haverá entre vós praga de mortandade, quando eu ferir a terra do Egito". Israel estava então entre os egípcios, e lá na terra deles, pouco antes da partida, separados tão-somente pelo sangue do cordeiro sacrificado, que assinalava o domicílio dos filhos de Israel. Deus mesmo ordenou que aquele sangue fosse o "sinal" de livramento e de proteção do seu povo. Veja também Êxodo 12.27.


    3) O sangue de Jesus é poderoso para proteger contra o mal – "Vendo eu sangue, passarei por cima de vós, e não haverá entre vós praga de mortandade, quando eu ferir a terra do Egito". Isto foi o que Deus disse a Israel. Queremos destacar o outro lado da verdade já abordada no ponto anterior. Aquele sangue do cordeiro aspergido nas portas por ordem de Deus protegeu de morte certa cada família judaica.
    Deus não disse: "Quando eu vir vossas boas obras, vossa privilegiada raça, vossa religião, vossa cultura; mas, "Quando Eu vir o sangue"; o sangue do cordeiro pascoal determinado por Deus para que fosse aspergido nos lares como evidência de que aquele povo estava sob a sua proteção. Era, pois, sangue protetor da morte, assim como o sangue de Jesus hoje nos purifica e santifica perante o Pai e nos livra da condenação e da ira futura (Romanos 5.9 e 1 Coríntios 5.7). Neste mundo tenebroso, cheio de perigos, ciladas, violência, morte e destruição, o sangue de Jesus pode nos proteger em toda e qualquer situação, quando nele nos abrigamos pela fé segundo a revelação divina.
    Na expressão "sangue de Jesus", não estamos simplesmente nos referindo ao líquido vermelho que corria em suas veias e que verteu de suas feridas durante a sua paixão e morte. Não! Estamos nos referindo à sua obra redentora, perfeita, completa e eterna, efetuada no Calvário ao derramar seu sangue expiador e morrer por nós. A Bíblia, ao declarar que "a palavra da cruz é o poder de Deus", está na realidade, afirmando que a mensagem de Cristo crucificado na cruz é o poder libertador de Deus para salvar o pecador. Não é uma simples referência à cruz como objeto material. Quando o apóstolo exclamou: "Longe de mim gloriar-me, a não ser na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo", ele não se referia a uma cruz de fabricação humana, mas à eficácia da obra salvífica de Cristo morrendo na cruz por nós.


    4) O sangue de Jesus é poderoso para cumprir o novo concerto – "Porque isto é o meu sangue, o sangue do Novo Testamento, que é derramado por muitos, para remissão dos pecados", Mateus 26.28. O novo concerto da parte de Deus para a salvação da humanidade é feito pelo sangue de Jesus, como vemos aqui. É um concerto gracioso da parte de Deus, e que apenas requer fé, segundo o Evangelho, da parte do homem. (Leia também Lucas 22.30; 1 Coríntios 11.25; Jeremias 31.31, 32 e Hebreus 9.8-13). O novo concerto ou aliança é incondicional, destituído de obras da parte do homem e infalível, pois baseia-se no sangue de Jesus. Graças a Deus ele é eterno (Hebreus 13.20). É também para todos que quiserem, sem discriminação (Apocalipse 22.17).

    5) O sangue de Jesus é poderoso para expiar o pecado – Expiar é um termo bíblico doutrinário de grande alcance e significado. Literalmente significa cobrir, como em Gênesis 6.14 (a arca de Noé a ser coberta, isto é, calafetada com betume para enfrentar as águas do dilúvio).
    No sentido doutrinário, expiar o pecado significa uma vida inocente morrer, derramando o seu sangue, para substituir o culpado condenado à morte. Expiar é cancelar os pecados mediante um sacrifício cruento aceito por Deus. É quitar, tirar, remir, perdoar os pecados. É "tirar os pecados", conforme Hebreus 9.28.
    Sem um sacrifício expiador, não há perdão diante de Deus (Levítico 4.35; 5.16). Jesus, inocente e sem pecado, morreu por nós, pecadores, como nosso sacrifício expiador (Isaías 53.10; 1 Pedro 3.18 e Apocalipse 13.8). O sacrifício expiador de Jesus é claramente tipificado no grandioso dia anual de expiação do pecado, tratado em Êxodo 30.10 e Levíticos 16 (todo o capítulo). Comparar tudo isso com Hebreus 2.17 ("expiar, concernente à obra efetuada por Cristo).

    6) O sangue de Jesus é poderoso para fazer propiciação – Propiciar vem da mesma raiz que expiar, mas esses termos não significam exatamente a mesma coisa. Propiciação decorre da expiação. É aplacar o ofendido (Deus) e também torná-lo benevolente para com o ofensor (o pecador), mediante um sacrifício judicial e expiador aceito pelo ofendido, cuja lei foi transgredida, ultrajada e desprezada (a lei divina como a temos na Bíblia). Jesus, para ser o nosso perfeito sacrifício expiador e propiciador, tinha que ser Deus para nos propiciar diante de Deus, e tinha de ser homem para poder redimir o homem como sacrifício. Veja Atos 20.28b.
    A propiciação por Cristo satisfaz a lei divina violada pelo pecador, o que demanda justiça, mas, ao mesmo tempo, a propiciação torna Deus benevolente e abençoador do transgressor, que somos nós, pecadores. Aqui no mundo, quando alguém perdoa outro, dificilmente se torna benevolente e muito menos abençoador desse outro. Mas Deus, além de nos perdoar, nos cumula de bênçãos de sua graça e de seu amor, mediante o perfeito sacrifício de Cristo consumado no Calvário. Na propiciação pelo sangue de Cristo, Deus reconcilia o pecador com Ele mesmo (Romanos 3.25 e 2 Coríntios 5.19).
    Uma nítida ilustração da propiciação temos em Lucas 18, na parábola do fariseu e do publicano. No versículo 13, na versão ARA, temos: "Ó Deus, sê propício a mim, pecador!". Esse publicano, de coração quebrantado e em oração contrita, estava a dizer literalmente a Deus: "Ó Deus, olha para mim, pecador, como tu olhas para o sangue santo e propiciador, aspergido sobre o propiciatório que cobre a arca da tua aliança, a qual contém a Lei Divina que me condena como transgressor que sou". Não admira, pois, que o publicano penitente descesse para a sua casa justificado (v.14).
    No antigo pacto, a propiciação e o propiciatório eram duas coisas; mas em Jesus temos tanto o nosso propiciatório (nosso sacrificador), como a nossa propiciação (o nosso sacrifício). Isso abate todo o orgulho humano em matéria de salvação, e só Deus é exaltado. Ver 1 João 2.2; 4.10 e Romanos 3.25.

    7) O sangue de Jesus é poderoso para nos santificar e purificar – Santificação, purificação e termos conexos têm a ver com o pecado, sua ação, seus efeitos e conseqüências trágicas no ser humano sob todos os aspectos e situações.
    "Jesus para santificar o povo pelo seu próprio sangue, padeceu fora da porta", Hebreus 13.12. Quando a Bíblia diz concernente a Cristo: "pelo seu próprio sangue", é porque no antigo pacto o sangue sacrificial de animais, no ritual levítico, já ilustrava a santificação e a purificação do pecado pelo sangue eficaz de Jesus. Ver casos como os de Êxodo 29.21; Levíticos 8.22, 30, 33.
    A santificação do crente é a presente fase da sua salvação, assim como a sua justificação é a fase passada da salvação, e a glorificação é a fase ainda futura. Um crente que não pugna pela santificação subjetiva e constante, já perdeu a batalha contra os poderes malignos das trevas que lutam contra a Igreja do Senhor.
    Na vida do crente, os termos santificar e purificar têm sentido mais interno concernente à ação do pecado. É o pecado mais na consciência, no subconsciente, invisível, escondido no "homem interior", no espírito, na alma, no coração, na mente, na lembrança, na memória, no pensamento, no psiquismo da pessoa, nos instintos, nos sentimentos, nos apetites e no temperamento. Há crentes que não são totalmente libertos do poder avassalador do pecado. Leia 1 Timóteo 4.16 e Tiago 1.21.
    Em Levíticos 14.6-7, temos o sangue do sacrifício aspergido sete vezes sobre o leproso para purificá-lo, após ser declarado "limpo" pelo sacerdote. No versículo 14 do mesmo capítulo, há menção do sangue expiador para purificar o ex-leproso da culpa.
    "O sangue de Cristo purificará as vossas consciências", Hebreus 9.14. Sim, o sangue de Jesus é poderoso para purificar o crente quanto aos pecados chamados invisíveis, internos, secretos, e mesmo inconscientes, atuantes na natureza da pessoa. Em Atos 15.9 está escrito que este sangue nos purifica, nos limpa através da fé.
    A eficácia do sangue de Jesus tanto provê o perdão do pecado, como provê a libertação do domínio e escravidão do pecado. Um crente pode ser perdoado quando peca, e, ao mesmo tempo, não ser liberto do poder escravizador de determinado pecado. Perdão do pecado e libertação do poder do pecado não são exatamente a mesma coisa. Na época da Lei, havia uma série de pecados que para eles não havia provisão para perdão, nem para purificação, mas quanto ao sangue de Jesus, sua eficácia e alcance são limitados. Ver o termo "purificador" especialmente em Salmos 51.2; Isaías 6.7; Zacarias 13.1 e 1 João 1.7, 9.

    8) O sangue de Jesus é poderoso para remir – Biblicamente, remir tem a ver com o perdão de dívidas. O pecado é uma forma de dívida para com Deus, a qual só por meio do seu perdão pode ser cancelada. "Perdoa as nossas dívidas...", Mateus 6.12. "Em quem temos a redenção pelo sangue, a remissão das ofensas segundo as riquezas da sua graça", Efésios 1.7. "Tendo cancelado o escrito de dívida que era contra nós e que constava de ordenanças, o qual nos era prejudicial, remove-o inteiramente, encravando-o na cruz", Colossenses 2.14. Em Mateus 26.28, temos o grande texto sobre o sangue remidor de Jesus: "O meu sangue, o sangue do Novo Testamento, que é derramado por muitos para remissão dos pecados". Remir aqui vem do verbo remitir, isto é, perdoar, quitar, indultar. No original é aphesis (quitação de dívida ou soltura da prisão; perdão de dívida ou de tempo de aprisionamento). Quanto ao perdão dos pecados, "sem derramamento de sangue não há remissão", Hebreus 9.22. Trata-se aqui, é evidente, do sangue remidor do nosso Senhor Jesus Cristo, capaz de quitar todos os nossos pecados.

    9) O sangue de Jesus Cristo é poderoso para redimir – Redimir tem a ver com a morte de Jesus Cristo para salvar o homem escravizado pelo pecado e seus males. Redenção é, literalmente, readquirir; resgatar. O termo no original denota estar a pessoa em total escravidão, sem qualquer condições ou possibilidade de libertar-se. Conforme Romanos 7.14, o homem vendeu-se ao pecado. Ver também Levítico 25.25, 48 e Jó 19.25, onde aparece em hebraico o termo goel, que fala de um redentor capaz e idôneo para readquirir, mediante resgate, um parente que por tornar-se endividado passou a ser escravo do seu patrão, sem qualquer condição de sozinho libertar-se. Em Efésios 1.7, a Bíblia, num só versículo, abrange a redenção e a remissão do pecador, vitimado pelo pecado e o Diabo.
    Dois casos, a seguir, ilustram bem o conceito bíblico de redenção como estamos a expor:

    a) O povo de Israel achava-se no Egito escravizado, perseguido e sob a ameaça de destruição genocida de Faraó. Deus interveio em favor de seu povo e de maneira poderosa o libertou, guardou, preservou, supriu, guiou e assentiu de todas as formas. Ao referir-se a esse múltiplo ato libertador, a Bíblia emprega o termo remir, como em Isaías 51.10; Deuteronômio 15.15 e 1 Crônicas 17.21; Salmo 106.9-10 e Miquéias 6.10;
    b) Outro caso notável é o da redenção da propriedade de Noemi, viúva de Elimeleque, do livro de Rute. Noemi acossada pela pobreza colocara sua herança à venda. Boaz, um dos remidores de Noemi e Rute, segundo a lei (Levíticos 25), remiu a referida propriedade (Rute 4).
    Jesus, mediante o seu sangue remidor, nos adquire agora para Deus, libertando-nos de todo o poder do mal, pelo Evangelho, para pertencermos a Deus e servi-lo para sempre. Ver esta maravilhosa redenção do Senhor em Colossenses 1.14; Hebreus 9.12; Tito 2.14 e Apocalipse 5.9-10. Redenção conduz ao assunto do resgate, mas esses termos diferem do original. Resgate implica estar a vítima aprisionada e em poder de alguém. Os seqüestros atuais dão uma idéia disso, mas numa outra dimensão do fato em si, e dos tempos bíblicos. Em Atos 20.28, Jesus resgata com o seu próprio sangue o pecador, e liberta-o do domínio do pecado e de Satanás, para si mesmo. Já em 1 Pedro 1.18-19, temos um novo termo no original destacando o valor do sangue de Jesus Cristo no resgate dos perdidos para salvá-los. Preço altíssimo este que Jesus "pagou". Ver também Salmo 49.7-8. Daí a Bíblia a apregoar que Jesus pode salvar perfeitamente os que por Ele chegam a Deus (Hebreus 7.25).

    10) O sangue de Jesus é poderoso para nos justificar – Justificar, biblicamente, é sermos declarados justos diante de Deus. A justiça humana ou uma autoridade legítima e competente pode, dentro de certos limites, perdoar um réu, transgressor da Lei, do direito e da ordem, mas jamais oficialmente declará-lo justo na acepção plena deste termo. Mas Deus, e só Ele, pode, quer e faz isso devido ao sacrifício sacrossanto e redentor de nosso Senhor Jesus Cristo, pelo seu sangue. Só o sangue de Jesus Cristo provê a "justiça de Deus", citada em Romanos 3.21, e em muitos outros textos desse monumental livro da Bíblia sobre a salvação. "Justiça de Deus" em Romanos é a forma de justiça que Deus aceita para que o pecador passe a ter comunhão com Ele. Essa "justiça de Deus" é Cristo mesmo, conforme Romanos 3.22; 2 Coríntios 5.21 e Filipenses 3.9. "Justificados mediante a fé" é o grande tema de Romanos, tendo como fundamento o sangue de Jesus (Romanos 5.9; 4.13 e 3.26).

    11) O sangue de Jesus Cristo é poderoso para prover comunhão – Comunhão com Deus e comunhão uns com os outros. O pecado veio desfazer a comunhão de Deus com o homem. Até que viesse Cristo, o perfeito mediador entre Deus e o homem quando então essa comunhão é restaurada.
    O termo comunhão, na Bíblia, é profundo e rico de sentido. Significa tornar um, ter comunhão com, estar associado a, solidarizar-se com, e também contribuir, dar, ofertar, compartilhar, servir. No Salmo 133.1 podemos ver o anseio do salmista Davi para que predominasse a união entre os irmãos. Cristo veio realizar esse anseio. A comunhão com Deus e com os homens é uma das obras poderosas que o sangue de Cristo pode realizar. "A comunhão do sangue de Cristo", 1 Coríntios 10.16.

    12) O sangue de Jesus é poderoso para reconciliar – Reconciliar não é simplesmente falar de paz, discutir a paz, lutar pela paz, usar a força para manter a paz. É ter a paz com Deus, mas também a paz de Deus em nós. É pacificar, unir as partes em litígio, fazer cessar a inimizade e suas causas. O sangue de Jesus tem esse poder. "E que, havendo por ele feito a paz pelo sangue da sua cruz, por meio dele reconciliasse consigo mesmo todas as coisas, tanto as que estão na terra, como nos céus", Colossenses 1.20. O sangue de Jesus é poderoso para aproximar onde há separação e desunião, reconciliar, apaziguar, unificar, derrubar paredes de separação e desfazer inimizades. Tudo isso pode ser visto em Efésios 2.13-16, cuja mensagem inicia declarando: "Já pelo sangue de Cristo chegaste perto". Vejamos o desenvolvimento dessa aproximação da parte de Deus mediante o sangue:

    a) Em Gênesis 2.11, tendo em vista o cordeiro substituto de Isaque no altar do sacrifício, Deus falou a Abraão "desde os céus", isto é, de muito distante;
    b) Em Êxodo 19.11, 20, Deus no monte Sinai falou ao povo do cume do monte, portanto, bem mais de perto. Aí, houve também sacrifícios, cujo sangue selou o pacto da Lei, celebrado entre Deus e Israel, no citado monte (Êxodo 24.4-8);
    c) Em Levítico 1.1, Deus falou de dentro da tenda da congregação, portanto no nível normal do solo. A primeira coisa que lemos em Levítico é o oferecimento do holocausto, sendo o seu sangue espargido em volta do altar (Levíticos 1.3ss);
    d) Em Hebreus 1.1, Deus fala face a face com o homem mediante o seu filho Jesus Cristo. Os Evangelhos detalham essa maravilha do amor e da graça de Deus. Agora tratava-se "do sangue de Jesus Cristo Seu Filho" – o Filho de Deus (1 João 1.7).

    13) O sangue de Deus é poderoso para nos dar vitória – "E graças a Deus sempre faz triunfar em Cristo", 2 Coríntios 2.14. É a vitória contra os poderes do mal. "E eles o venceram pelo sangue do Cordeiro e pela palavra do seu testemunho", Apocalipse 12.11. Trata-se aqui da vitória dos salvos pelo sangue de Jesus. Ora, sendo o Apocalipse o último livro da revelação divina, isso significa que até o fim, a nossa vitória vem pelo sangue de Jesus, e que a eficácia desse sangue nunca muda.
    Porque Deus pelo seu poder já não destruiu o Diabo e suas hostes, sendo Deus o Todo-Poderoso? É que a derrota e a ruína do Diabo não vêm primeiramente pelo uso do poderio de Deus, mas pela sua justiça, seu direito, mediante o sangue de Jesus. Já no Antigo Testamento, dizia a profecia: "Sião será remida pelo direito, e os que se arrependem, pela justiça", Isaías 1.27 (ARA). Em continuação, o Novo Testamento afirma em Romanos 5.21: "A graça reina pela justiça". Isso em termos humanos parece um absurdo, mas Deus vê as coisas do seu perfeito e completo ponto de vista.
    Se Deus quisesse derrotar e destruir o Diabo pela força, uma vez para sempre, Ele o teria feito. Por exemplo, no Jardim, quando Jesus disse a Pedro: "Acaso pensas que não posso rogar a meu Pai, e Ele me mandaria neste momento mais de doze legiões de anjos?", Mateus 26.53. Então, segundo o plano e os propósitos divinos, o Diabo teria de ser vencido, derrotado, arruinado e destruído à base da lei divina, do direito divino, que o homem natural conhece, e assim, ele (o Diabo), foi deste modo derrotado para sempre no Calvário pela justiça divina mediante o sangue e sua morte no Calvário, já que a força do Diabo está no pecado, e a força do pecado é a lei, (Ezequiel 184 e 1 Coríntios 15.56), o sacrifício pelo pecado, tanto anula o pecado como salva o pecador. Tornou-se em lei divina, suprema contra a qual nada pode se suster. Um texto esclarecedor desta tão importante doutrina, está em Hebreus 2.14: "Jesus pela sua morte aniquilou aquele que tinha o império da morte, isto é, o Diabo". Isto é, a derrota agora total, e logo mais final do Diabo, teve lugar no Calvário, não pelo emprego da força de Deus, mas pela justiça de Deus , (Colossenses 2.15 e Apocalipse 20.10), para que o Diabo nunca tenha como acusar Deus de prepotente, isto é, de aniquilá-lo por ser o Todo-Poderoso. Jesus predisse isto ao declarar: "Já o príncipe deste mundo está julgado", João 16.11. Isso tem a ver com justiça, juízo, corte, tribunal, direito divino. A causa da nossa salvação está, pois, resolvida uma vez para sempre pelo poderoso sangue de Jesus.

    14) O sangue de Jesus é poderoso para anular o medo – Em Hebreus 10.19, diz: "Tendo pois, irmãos, ousadia para entrar no santuário, pelo sangue de Jesus". Ousadia santa é coragem, destemor, confiança, liberdade e segurança para entrar no santuário. Para o crente ("irmãos"), o sangue de Jesus afugenta o medo, o receio, o temor e provê livre e confiante admissão à presença do Senhor, no seu viver aqui, e quando passar desta vida para outra.


    15) O sangue de Jesus abre caminho à unção do Espírito Santo – Vemos isso na tipologia de Levítico, principalmente o capítulo 14. Ali, o óleo (símbolo do Espírito Santo), era aplicado sobre o sangue expiador (que falava do sangue vicário de Jesus), ver em Levítico 14.17-18. Portanto, Deus somente unge com o Espírito Santo a quem permanece por fé sob o sangue de Jesus. Todo crente precisa sempre de óleo divino sobre sua cabeça, (Salmo 133.2), mas primeiro precisamos estar sob os méritos do sangue de Jesus. "Óleo sobre o sangue". Este é o caminho traçado por Deus. Em Hebreus 9.14 e 10.29, vemos igualmente o sangue precedendo o Espírito, sendo a primeira referência, concernente a Cristo na consumação da nossa salvação, e a segunda concernente ao homem rebelde que menospreza, o Filho de Deus e ultraja o Espírito Santo.

     


    Por, Antonio Gilberto - Pastor, consultor teológico. Manual do Obreiro.
    http://www.efatah.com

    May 16

    Equipe Portuquesa

    Dois portugueses estavam trabalhando para Departamento de Urbanismo. Um escavava um buraco e o outro vinha atras e voltava a encher o buraco.
    Trabalhavam de um lado e outro da rua. Passaram a rua seguinte. Sem nunca descansar.
    Um escavava um buraco e outro enchia o buraco outra vez.
     
    Um espectador, divertido com a situacao, mas nao entendendo o porque do que eles faziam, foi perguntar ao cavador:
    - Estou impressionado com o esforço que os dois poem no trabalho, mas nao compreendo porque é que um escava um buraco e, mal acaba, o parceiro vem atras e volta a enchê-lo.
     
    O cavador, limpando a testa, suspira:
    - Bem, isto realmente pode parecer estranho, porque normalmente somos tres homens na equipe, mas hoje o gajo que planta as arvores, telefonou a dizer que esta doente...

    De um clipes vermelho até uma casa.

    Kyle MacDonald tinha um clipe de papel vermelho e um sonho: utilizar o poder da comunidade de escambo da Internet para trocar seu clipe por algo melhor, seguindo as trocas até conseguir uma casa. MacDonald ainda não está lá, mas já tem aluguel de graça por um ano.

    "É impressionante", ele disse ao telefone, de Montreal, no Canadá, onde ele e sua namorada, Dominique Dupuis, moram com dois colegas de quarto. "Mas ainda seguirei as trocas até conseguir uma casa. É uma obsessão."

    A história começou em julho do ano passado. MacDonald havia passado anos como nômade, entregando pizzas e fazendo outros bico. Ele pagava seu aluguel de US$ 300 promovendo produtos em feiras de troca.

    MacDonald então resolveu anunciar na seção de escambos do site Craiglist.org. Ele oferecia um clipe de papel vermelho e queria em troca apenas algo melhor. Quando ele estava em Vancouver, duas mulheres lhe deram uma caneta em forma de peixe pelo clipe.

    Naquele mesmo dia, MacDonald foi a Seattle. No aeroporto, ele parou para ver a artista Annie Robbins, que havia visto seu anúncio no site. Ela gostou da atitude anti-consumista e respondeu à troca. MacDonald agora era dono de uma maçaneta de cerâmica com um rosto risonho, feita pelo filho de um artista amigo de Robbins.

    O próximo da lista foi Shawn Sparks, que estava se mudando e é um grande fã dos escambos da Craiglist, tento conseguido seu carro através de uma troca por um notebook usado. Sparks ofereceu a MacDonald um fogareiro de acampamento.

    MacDonald então deu o fogareiro a um sargento da marinha em troca de um gerador, que foi mais tarde trocado por um "pacote de festa instantâneo", em Nova York. O kit consistia em um barril de cerveja e um luminoso de neon. Mas antes de conseguir negociar o item, o departamento de bombeiros confiscou o equipamento alegando um vazamento de gás.

    "Se isso fosse um filme, esta seria a parte onde eu fico perto de perder tudo", disse ao lembrar da agústia. MacDonald recuperou o gerador e foi a Montreal, onde conseguiu trocá-lo por um snowmobile, uma espécie de moto para a neve, com um DJ.

    Agora o blog de MacDonald já estava ficando popular (http://oneredpaperclip.blogspot.com). Uma revista de snowmobiles ofereceu a ele uma viagem até Yahk, uma vilarejo nas montanhas canadenses. O passeio foi para Bruno Taillefer, que trabalhava em uma empresa de mudanças e conseguiu um caminhão da companhia para MacDonald.

    O veículo foi para um músico que procurava uma forma de transportar seus equipamentos. Em troca, o músico, que trabalha em um estúdio de gravação, arranjou um contrato para qualquer artista gravar.

    MacDonald deu o contrato para Jody Gnant, uma cantora de Phoenix, dona de um apartamento duplex, onde Kyle MacDonald está agora. Em menos de um ano, Kyle conseguiu trocar um clipe de papel vermelho em um ano de moradia.

    Segundo Kyle, diversos estúdios de Hollywood já se interessaram por sua história. Mas ele não aceita presentes ou trocas muito discrepantes, que corromperiam toda sua idéia.

    Onde está a pureza ?

    Ola caros amigos, leitores e blogueiros,

    Hoje falarei de um assunto não muito falado ou abordado completamente, porém um assunto muito comum hoje em dia.

    Estou lendo um livro que se intitula “Firme seus valores” e um de seus capítulos aborda justamente esse assunto, a pureza.

    O que seria pureza nos dias de hoje?

    Será que ainda existe pureza?

    É possível resgatar a pureza?

    O fato é que a cada dia que passa pior vão ficando as coisas. Mais casamentos se acaba por falta de fidelidade, mais jovens e adolescentes apóiam a “ficada” (um meio fácil e rápido de relacionamento que se caracteriza pela ausência de compromisso), cada dia mais a televisão expõem a promiscuidade e a sensualidade como virtudes e assim por diante, todos nos sabemos o que acontece.

    Essas coisas invadem nossas casas, famílias e até mesmo nossa mente e acontece que se não estivermos firme pecamos.

    Neste livro que estou lendo o autor menciona um outro escritor chamado Prof. Pitirim Sorokim, ele escreveu um livro que abordava a erosão moral das pessoas, este livro foi escrito 1956 e esse assunto já era motivo de preocupação para alguns.

    No livro que estou lendo o autor (Charles Swindoll) diz uma frase que me fez refletir muito.“Cristianismo é o defensor da pureza.”

    Se pensarmos a fundo essa é uma das maiores verdades do cristianismo. A bíblia preza a pureza moral em vários momentos principalmente quando falamos desse desejo carnal e humano de cada pessoa.

    Ela mostra que essa luta é realmente difícil, em todo momento estamos de frente com situações que temos de escolher se olhamos ou não, se abrimos um site ou não, se assistimos aquele filme ou aquele programa de TV que vai totalmente contra os princípios bíblicos, isso além de ser pecado é um motivo do Inimigo estar rindo e comemorando que somos fracos, isso é totalmente corrosivo para a vida de alguém cristã ou não a pessoa sempre sente o peso da culpa e a vontade de assumir um compromisso para fazer o certo. Nós realmente somos fracos o suficiente para aceitarmos esse tipo de ataque do inimigo mas “em Cristo, com Cristo e por causa  de Cristo” podemos vencer tudo isso.

    Vejamos:

    1

    “FINALMENTE, irmãos, vos rogamos e exortamos no Senhor Jesus, que assim como recebestes de nós, de que maneira convém andar e agradar a Deus, assim andai, para que possais progredir cada vez mais.

    2

    Porque vós bem sabeis que mandamentos vos temos dado pelo Senhor Jesus.

    3

    Porque esta é a vontade de Deus, a vossa santificação; que vos abstenhais da prostituição;

    4

    Que cada um de vós saiba possuir o seu vaso em santificação e honra;

    5

    Não na paixão da concupiscência, como os gentios, que não conhecem a Deus.

    6

    Ninguém oprima ou engane a seu irmão em negócio algum, porque o SENHOR é vingador de todas estas coisas, como também antes vo-lo dissemos e testificamos.

    7

    Porque não nos chamou Deus para a imundícia, mas para a santificação.”

    (1Ts 4:1-7)

    Nesse trecho Paulo está orientando a igreja de Tessalonia para se prevenirem contra as impurezas pois não foi para isso que Deus nos criou.

    A Solução contra a impureza é essa, confiarmos e acreditarmos o que Jesus Cristo nos salvou completamente para que cada vez mais possamos crescer na fé, é o que diz o verso 1.

    E nos adverte no verso 3 justamente no assunto debatido aqui, a concupiscência e a sensualidade descarada do mundo de hoje.

    A solução é essa: Jesus!

    Confie nEle acredite nEle, com certeza ele fará grandes coisas para você e por você, Ele já pagou o preço por você, ele já te libertou de todos os seus pecados.

    Deus quer que você se entregue completamente a ele. Mas enquanto você o resiste ele não pode fazer nada por você.

    Reflita nesse assunto.

    Algumas dicas para reflexão:

    • Você é um Filho de Deus que se desviou moralmente?
    • Você tem coragem suficiente para resolver isso, removendo o seu erro totalmente?
    • Pode ser que no momento você esteja em algum cargo de liderança na sua igreja e ao mesmo tempo levando uma vida imoral e pecaminosa. Você esta disposta a se livrar de seu pecado ou abandonar seu cargo até que tudo se resolva?

    Em nome de Jesus venho alertar-vos, pois “o Espírito esta pronto, mas a carne é fraca”(Mt 26:41)

    Que Deus nos abençoe!

    A seguir uma tira para ilustrar o momento...

    a comic strip!

     

     

    May 15

    Como se meche o seu mouse

    Você sabe como o mouse do seu computafor se meche ?
    Hoje existe toda uma tecnologia, pode ser otico ou não para mecher o mouse....
     
    Antigamente nos primeiro computadores japoneses não eram assim ....
     
    Vejam como era :
     
     
     
    May 14

    Feriado para Frei Galvão ?

    Pr. Antonio Mendes Gonçales

     Que história é essa de premiarmos a ociosidade num país que continua patinando e não consegue decolar? A dívida interna, que é a soma dos débitos assumidos pelo governo junto às pessoas físicas e jurídicas residentes no país, já soma 905 bilhões e cresceu, desde dezembro, 11,75%. Sempre que as despesas superam as receitas, há necessidade de dinheiro para cobrir o déficit. Para isso, as autoridades econômicas podem optar por três soluções: emissão de papel-moeda (dinheiro), aumento da carga tributária (impostos) e lançamento de títulos (mobiliária). Não podemos dar ao luxo de acrescentar a essa situação mais um feriado, onerando ainda mais o nosso pobre Brasil. Mas antes é bom dizer que nosso Brasil é um país laico, portanto não pode existir aqui uma religião oficial. O Estado deve prestar proteção e garantia ao livre exercício de todas as religiões. Assim, o projeto de feriado é inconstitucional.

    O que é canonizar? Segundo o dicionário Aurélio, é inscrever alguém no rol dos santos, declarar santo. Como não existe a mínima possibilidade de uma igreja ou um homem tornar alguém santo, caso a Câmara dos Deputados venha reconhecer a validade do título e nos imponha um feriado, estaríamos caindo no “conto do vigário”. 

    A canonização é uma prática católica que teve seu início depois do século XI para, segundo eles, evitar abusos. Como a “Santa Igreja”, chama para si o direito de ser a única igreja de Deus, ela assumiu a responsabilidade de normalizar a criação de santos para se tornaram ídolos, perpetrando a idolatria, prática essa contrária à orientação divina. "Não terás outros deuses além de mim. "Não farás para ti nenhum ídolo, nenhuma imagem de qualquer coisa no céu, na terra, ou nas águas debaixo da terra. Ex. 20.3-4.

    Em um dos meus últimos artigos publicado pelo Jornal Batista intitulado “Quem nos faz santos é Jesus”, facilmente respaldado pela Palavra de Deus refuto a heresia católica de chamar para si o direito de dar ou não a uma pessoa o título de santo. “À igreja de Deus que está em Corinto, aos santificados em Cristo Jesus e chamados para serem santos, juntamente com todos os que, em toda parte, invocam o nome de nosso Senhor Jesus Cristo, Senhor deles e nosso. 1 Co 1.2.

    Se esse malfadado feriado vingar, poderemos ter um grave problema, já que todas as pessoas que viram em Cristo o único caminho, verdade e vida (João 14.6) e, a partir daí, foram consideradas santas, separadas, diferentes pelo próprio Deus, podem reivindicar o direito de ter também um feriado para comemorar a sua libertação das garras de Satanás.

    Queridos irmãos! É preciso que fiquemos atentos às notícias que possam transmitir ensinamentos errôneos e que contrariam a Verdade imutável revelada por Deus em sua Palavra. É preciso que refutemos declarações como as do Presidente da Câmara dos Deputados Arlindo Chinaglia: “A canonização de frei Galvão "transpõe o domínio religioso" e deve ser visto como "marco histórico". Que declaração infeliz e sem nexo!

    Estão vendo como precisamos combater as heresias da mídia? Já passou da hora de ficarmos envolvidos em um cristianismo intelectualizado que não sai dos livros e nem dos gabinetes. Usando uma metáfora futebolística, diria que temos muitos meia armadores. É preciso convocar ou descobrir mais centroavantes rompedores ou “matadores” como diz a crônica esportiva. É preciso que encarnemos a coragem e o espírito do maior centroavante que Jesus teve no seu time. “Pois, andando pela cidade, observei cuidadosamente seus objetos de culto e encontrei até um altar com esta inscrição: AO DEUS DESCONHECIDO. Ora, o que vocês adoram, apesar de não conhecerem, eu lhes anuncio. 'Pois nele vivemos, nos movemos e existimos', como disseram alguns dos poetas de vocês: 'Também somos descendência dele'. "Assim, visto que somos descendência de Deus, não devemos pensar que a Divindade é semelhante a uma escultura de ouro, prata ou pedra, feita pela arte e imaginação do homem. Atos 17. 23,28,29.

    A Bruxaria está invadindo sua casa

    Eterna Magia, próxima novela das seis da Rede Globo, será ambientada numa cidade do interior, a fictícia Serranias, entre as décadas de 30 e 40.

    A história traz duas irmãs, Eva (Malu Mader) e Mariana (Maria Flor), bruxas que seguem os preceitos da Wicca, uma religião pagã.Triângulos amorosos, poções mágicas e a pouco conhecida história da imigração irlandesa no Brasil, costurarão a trama escrita por Elizabeth Jhin (Começar de Novo), com supervisão do mestre Silvio de Abreu.

    [Detalhe: o mago pop Paulo Coelho terá um papel nos capítulos iniciais, como o mago Simon. É mais uma contribuição global para a disseminação de idéias ocultistas.]


    Também, já na chamada que está sendo exibida na Rede Globo, e nos capítulos iniciais, vemos rituais da Wicca sendo explicitamente realizados, principalmente pela personagem Pérola (Eliane Giardini), que, supostamente, deve ser uma fiel seguidora das tradições da Wicca. Em outra cena, vemos claramente bruxas vestidas de branco andando pela floresta, incluindo uma grávida, que será sacrificada sendo queimada viva pelas outras participantes.

    A Wicca já se tornou uma epidemia nos Estados Unidos e já recrutou muitos jovens para os seus covens (grupos de bruxos), e vem, nos últimos anos, crescendo em popularidade também no Brasil. Mas agora, com a novela Eterna Magia, as portas de entrada para a bruxaria estarão escancaradas, e essa mentira de Satanás estará entrando em todos os lares do país, lançando seus enganos, feitiços e encantamentos.

    É em um momento oportuno que a Editora Propósito Eterno (RJ), lança o bestseller mundial Wicca - por trás da bruxaria branca, escrito por William Schnoebelen (o mesmo autor do polêmico e também bestseller Maçonaria - por trás da fachada de luz), que foi membro da Wicca por 16 anos, chegando a se tornar sumo sacerdote bruxo.

    Com a mesma qualidade e profunidade dos seus livros anteriores, William Schnoebelen aborda com clareza (e sem restrições) a verdade que se esconde nos conceitos da Wicca e quais os seus verdadeiros propósitos e intenções. Ele esmiuça suas "doutrinas" e a nova "imagem" de bruxa que hoje é tanto propagada. E, principalmente, é um livro cristão, que confronta todas as mentiras de Satanás expostas pela Wicca com fundamentos bíblicos. Há um capítulo inteiro sobre um dos principais conceitos pagãos da Wicca (e de outros grupos neo-pagãos): a reencarnação.

    Este está sendo um tempo em que o conhecimento da verdade será a única arma que teremos contra a destruição (Oséias 4:6)

    O livro pode ser adquirido já o endereço
    http://www.lojadoguerreiro.com.br
     
    May 10

    15 razões para eu não ser católico

    Confissões de um Ex-padre


    “E ouvi outra voz do céu que dizia sai dela povo meu, para que não sejas participante dos seus pecados, e para que não incorras nas suas pragas. Apocalipse 18:4”.

    Ex Padre Josias de Souza Lima

    15 razoes porque deixei de ser católico romano:

    1- Porque Jesus disse "Examinai as Escrituras porque cuidais ter nelas a vida eterna, e são elas que de Mim testificam” (João 5:39).
    Se é pelo intermédio das Escrituras e mediante os ensinos de Jesus que “uma vez aceitando-O alcançamos a salvação” exclui-se, portanto que seja pela igreja católica.

    2 Não sou católico romano porque sendo a religião cristã fundada por Cristo, foi durante 200 anos divulgada sem modificações nem acréscimos, mas dali pra cá surgiram novas doutrinas, falsificações, e toda a sorte de cerimônias estranhas ao Novo Testamento, que foram discutidas em concílios e aprovadas por homens, daí nascendo a Igreja Católica Romana.
    “Mudaram a verdade de Deus em mentira, e honraram e serviam mais a criatura do que o Criador, que é bendito eternamente” (Romanos 1:25).

    3- Não sou Católico Romano, porque atendendo ao pedido de Jesus no que Ele diz examinai as Escrituras, isso tenho feito e nunca encontrei nos livros sagrados do Novo Testamento o “Ofício da Missa”.
    A razão porque não encontrei, é que foi composto pelo Papa Gregório I uns 600 anos depois de Cristo.

    4 Não sou Católico Romano, porque não encontrei uma passagem no novo testamento que mostre algum dos apóstolos diante do altar incensando imagens.
    A razão porque não encontrei, é que o culto das imagens foi decretado pelo 2.º Concilio de Nicéia 787 depois de Cristo.

    5 Não sou Católico Romano, porque não encontrei no Novo Testamento um só trecho que fale de ter havido na Igreja primitiva alguma procissão eucarística.
    A razão porque não encontrei, é que começou em 1360 anos depois de Cristo.

    6- Não sou Católico Romano, porque não encontrei um versículo qualquer na Bíblia que recomende o uso do rosário.
    A razão porque não encontrei, é que apareceu com o Pedro Eremita em 1090 depois de Cristo.

    7- Não sou Católico Romano, porque não encontrei na Bíblia Sagrada um só mandamento que proíba o casamento dos ministros da religião.
    A razão porque não encontrei, é que foi proibido pelo Papa Gregório VII em 1074 depois de Cristo.

    8 Não sou Católico Romano porque não encontrei nas Escrituras Sagradas a palavra “Purgatório”.
    A razão porque não encontrei, é que não existe e só foi promulgado pelo concílio de Trento, em 1563 depois de Cristo. Antes desta data não havia nenhuma alma no purgatório, pois não havia sido criado pelo Papa.

    9 Não sou Católico Romano porque não encontrei uma só passagem no Novo Testamento que mostre algum ministro de Deus aspergindo água benta no caixão de um morto e fazendo-lhe recomendação.
    A razão porque não encontrei, é que foi criado pela Igreja Católica, a fabricação da água benta apareceu 1000 anos depois de Cristo.

    10 Não sou Católico Romano porque não encontrei na Palavra de Deus que se deve orar e render culto aos Santos e aos Anjos.
    A razão porque encontrei, é que foi criado pela Igreja no ano 788 depois de Cristo. E o culto das imagens foi decretado pelo 2º Concilio de Nicéia em 787 depois de Cristo.

    11 Não sou Católico Romano, porque não encontrei nas Escrituras Sagradas que entre Deus e os homens há outro mediador e intercessor fora de Jesus Cristo (I Tim 2:5)

    12 Não sou Católico Romano porque não encontrei na Bíblia Sagrada a ”confissão auricular”.
    A razão porque não encontrei, é que foi estabelecida como doutrina pelo 4º concilio de Latrão Roma em 1215 depois de Cristo.

    13 Não sou Católico Romano porque não encontrei na Escrituras Sagradas a “Transubstanciação” doutrina da hóstia transformada no corpo de Cristo (osso, carne, nervos, unhas, cabelos, sangue, espírito e divindade).
    A razão porque não encontrei, é que esta inovação foi criada no concilio de Latão em 1215 depois de Cristo.

    14 Não sou Católico Romano porque a Bíblia diz que “se alguém ouvir as palavras deste livro vivera, mas se alguém lhe acrescentar mais alguma coisa. Deus lhe fará vir sobre eles as pragas escritas neste livro. E se alguém “Tirar quaisquer palavra do livro desta profecia, Deus lhe tirara a sua parte da arvore da vida e da cidade Santa." (Apocalipse 22:18,19).

    15 Não sou Católico Romano, porque disse Jesus em Apocalipse “sai dela povo Meu para que não sejas participante dos seus pecados e não tomes partes nas suas pragas” (Apoc. 18:4).

    Ao leitor inteligente, bastam estas advertências, uma vez que provamos que Roma Papal incorre nas condenações de Deus. Ela mudou, acrescentou, e diminuiu a palavra divina em concílios e decretos, por estas razoes não sou Católico Romano.
    E no dia que encontrar qualquer Católico Romano Padre ou leigo que provar com versículos a autenticidade para tais doutrinas, deixo de ser Cristão Evangélico para ser Católico Romano.

    Josias de Souza Lima

    Ministro evangélico
    Caixa postal 859 CEP 80.000 Curitiba - PR


    Todas as citações bíblicas são da ACF (Almeida Corrigida Fiel, da SBTB). As ACF e ARC (ARC idealmente até 1894, no máximo até a edição IBB-1948, não a SBB-1995) são as únicas Bíblias impressas que o crente deve usar, pois são boas herdeiras da Bíblia da Reforma (Almeida 1681/1753), fielmente traduzida somente da Palavra de Deus infalivelmente preservada (e finalmente impressa, na Reforma, como o Textus Receptus).

    May 09

    Talking about Se eu pudesse imaginar

     

    Quote

    Se eu pudesse imaginar
    Se eu pudesse imaginar, como iria ser 
    Lado a lado, junto a Você 
    Se eu pudesse imaginar, o que iria ver 
    Face a face com você 
    Se eu pudesse imaginar, se eu pudesse imaginar 
     
    Rodeado por sua glória, o que irei sentir 
    Eu não sei se vou dançar, ou nos seus braços vou cair 
    Mas eu sei na Sua presença, de joelhos vou ficar 
    Será que eu canto:"Aleluia"?, ou não vou poder falar 
    Se eu pudesse imaginar se eu pudesse imaginar... 
     
    Se eu pudesse imaginar, no dia em que chegar 
    Contigo me encontrar, e Te adorar 
    Se eu pudesse imaginar, Prostado aos Teus pés 
    Te tocar, Jesus, Te ver além da fé 
    Se eu pudesse imaginar... 
     
    Rodeado por sua glória, o que irei sentir 
    Eu não sei se vou dançar, ou nos seus braços vou cair 
    Mas eu sei na Sua presença, de joelhos vou ficar 
    Será que eu canto:"Aleluia"?, ou não vou poder falar 
    Se eu pudesse imaginar,    se eu pudesse imaginar...
    Se eu pudesse imaginar...       
     
     
     
    Se eu pudesse imaginar... 
     
    Se eu pudesse imaginar, Prostado aos Teus pés 
    Te tocar, Jesus, Te ver além da fé 
    Se eu pudesse imaginar...
    (Chris Durán)

    A Vinda de Bento XVI

    Não sei se todos viram que esta semana o Papa estará no Brasil. (Acho pouco provável você ainda não ter visto)

    Mas quem é este Papa? O que é o Papa? Ele é algo mais do que eu?

    Papa é o título dado ao Bispo e Patriarca de Roma, supremo líder espiritual da Igreja Católica e também chefe do Estado do Vaticano e da Igreja Latina.

    O Papa, considerado o Sucessor de S. Pedro e vigário de Cristo, é o perpétuo e visível princípio e fundamento da unidade da Igreja.

    O Papa formalmente tem os títulos de Bispo de Roma, Vigário de Cristo, Sucessor do Príncipe dos Apóstolos, Supremo Pontífice, Primaz de Itália, Arcebispo e Metropolita da Província Romana, Soberano do Estado do Vaticano e Servo dos Servos de Deus, embora no direito canónico seja apenas referido como Pontífice Romano.

    Alguns católicos arriscam até dizer que o Papa é Cristo na terra.(??)

    No dicionario :

    Substantivo

    Pa.pa, pa.pa masculino

    • (maiúsculo) Sumo Pontífice; Sucessor do Apóstolo Pedro; Chefe de estado do Vaticano; Bispo e Cardeal Patriarca de Roma; Supremo líder espiritual da Igreja Católica Apostólica Romana.
    • (por extensão de 1) O maior especialista em uma determinada área da arte ou do conhecimento.
      • Ex. "Ele é o papa da programação orientada a objetos."
    • Do grego pappas (pai) pelo latim pappa.

    Então ele na verdade é só um líder de Estado e da Igreja católica.

    Existe uma “liberdade” que deram para o Papa chamada Infalibilidade papal.

    Na minha opinião isso é um absurdo

    A infalibilidade papal, na teologia católica, consiste no dogma que afirma que o Papa, quando delibera solenemente algo em matéria de fé ou moral está sempre correcto, sem qualquer possibilidade de erro - note-se que isso não contradiz a falibilidade do papa enquanto pessoa e enquanto indivíduo. Este dogma foi definido pelo Primeiro Concílio do Vaticano de 1870.

    O Papa também é um ser-humano. Será que ele está livre de erros ?

    Você é um ser-humano igualzinho ao Papa. Você está livre de erros ?

    Neste trecho diz que o papa tem o dogma. Alguem sabe o que é dogma ? (Nem Eu!)

    Aí vai:

    Um dogma, no campo filosófico, é uma crença/doutrina imposta, que não admite contestação. No campo religioso é uma verdade divina, revelada e acatada pelos fiéis. No catolicismo os dogmas surgem das Escrituras(católicas) e da autoridade da Igreja Católica

    Então quer dizer que todos os fiéis católicos confiam em um ser errante.

    Na realidade a única pessoa livre de erros foi quem? Alguem sabe me dizer ?

    Sim , foi Jesus! Pois ele era filho de Deus.

    E ainda entra outro assunto neste caso. Assuntos como a deusificação de alguem que não é Deus.

    Será que podemos fazer algo contra isso ?

    Proponho um desafio.

    Durante esta seman o Papa fará um tour por São Paulo promovendo a fé católica onde estarão varias pessoas “enganadas” que possivelmente não conhecem a verdade.

    “Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim. “(João 14:6).

    Se foi Jesus que disse isso porque eles não acreditam?

    Jesus que é o autor e consumador de nossa fé e não o Papa.

    Vamos então falar e testemunhas quem é Jesus e quem é Bento XVI

    Obrigado,

    A Infabilidade Falha !

    Por Rodrigo Silva Barros 
     
     
     
    Trecho da Constituição Dogmática "Pastor Aeternus", extraído do site "
    Dicionário da Fé":     
     
    1839. Por isso Nós, apegando-nos à Tradição recebida desde o início da fé cristã, para a glória de Deus, nosso Salvador, para exaltação da religião católica, e para a salvação dos povos cristãos, com a aprovação do Sagrado Concílio, ensinamos e definimos como dogma divinamente revelado que o Romano Pontífice, quando fala ex cathedra, isto é, quando, no desempenho do ministério de pastor e doutor de todos os cristãos, define com sua suprema autoridade apostólica alguma doutrina referente à fé e à moral para toda a Igreja, em virtude da assistência divina prometida a ele na pessoa de São Pedro, goza daquela infalibilidade com a qual Cristo quis munir a sua Igreja quando define alguma doutrina sobre a fé e a moral; e que, portanto, tais declarações do Romano Pontífice são por si mesmas, e não apenas em virtude do consenso da Igreja, irreformáveis.    
     
    A autoridade deste dogma assenta-se sobre o suposto primado do apóstolo Pedro. Sendo Pedro, supostamente, a Pedra mencionada em (Mt 16:18)[1]; e sendo só e somente ele a Pedra mencionada, ele seria o fundamento de toda a Igreja e teria o poder supremo de regê-la, através de seus sucessores. O Dogma garante, no artigo 1836[2], que o Sucessor de Pedro, exercendo a sua infalibilidade, jamais proporá uma nova doutrina que não tenha estado ao menos implícita na Tradição da Igreja.     
     
    Para que o Sucessor de Pedro pronuncie sua doutrina, munido de sua infalibilidade, é necessário:   
     
    a)     que ele fale como doutor e pastor de todos os cristãos, invocando a sua exclusiva autoridade;  
     
    b)     que a matéria do que trata o pronunciamento, seja exclusivamente sobre fé e moral;    
     
    Tendo esses pressupostos em mente, podemos julgar biblicamente este Dogma. E, julgando, podemos dizer que ele é falso, pelos seguintes motivos:     
     
    Pedro não possui o primado, porquê ele mesmo diz que não é a Pedra mencionada em (Mt 16:18): E, chegando-vos para ele, pedra viva, reprovada, na verdade, pelos homens, mas para com Deus eleita e preciosa, vós também, como pedras vivas, sois edificados casa espiritual e sacerdócio santo, para oferecer sacrifícios espirituais agradáveis a Deus por Jesus Cristo. Por isso também na Escritura se contém: Eis que ponho em Sião a pedra principal da esquina, eleita e preciosa; e quem nela crer não será confundido. E assim para vós, os que credes, é preciosa, mas, para os rebeldes, a pedra que os edificadores reprovaram, essa foi a principal da esquina, E uma pedra de tropeço e rocha de escândalo, para aqueles que tropeçam na palavra, sendo desobedientes; para o que também foram destinados (1Pe 2:4-8 ACF). A Pedra é Cristo (1Co 3:11). E Ele, Cristo, e somente Ele é o fundamento da Igreja. Foi assim que Pedro e os demais apóstolos entenderam a mensagem que Cristo disse no Getsêmani; e que Roma a deturpou. 
     
    Nunca houve, não há, e jamais haverá sucessão apostólica. Existiram quatorze apóstolos na história da Igreja e jamais existirão outros. A sucessão apostólica é impossível porquê somente os apóstolos bíblicos possuem as seguintes características: 
     
    a) Eles são naturais de Israel;  
     
    b) Eles foram chamados diretamente por Cristo ou pelas Escrituras. Todos os apóstolos, exceto Matias foram chamados diretamente por Cristo. Por isso cabe aqui um comentário: só foi possível ao apóstolo Matias receber a honra apostólica, pelo fato de a Bíblia profetizar que um dos apóstolos se perderia ao inferno. Sendo assim, a Bíblia ordenou, séculos antes da encarnação de Cristo, que a lacuna fosse preenchida, pelo que se pode ver: Porque no livro dos Salmos está escrito: Fique deserta a sua habitação, E não haja quem nela habite, Tome outro o seu bispado. (At 1:20 ACF). Ele não seria apóstolo se, previamente, não existisse essa lacuna. É plausível afirmar que a honra que o apóstolo Matias recebeu é semelhante ao que foi dado a João Batista, cujo ministério também fora profetizado pelo Antigo Testamento.  
     
    c) Eles conviveram com Cristo durante três anos e meio. Todos os apóstolos chamados conviveram com Cristo. O apóstolo Paulo conviveu com Ele no deserto da Arábia e os demais conviveram com Ele durante Seu ministério terreno em Israel;  
     
    d) Eles são testemunhas oculares do Cristo ressurreto.  
     
    e) Eles receberam confirmação de seus ministérios apostólicos através dos milagres que procediam (2Co 12:12).  
     
    A dignidade papal que define o Sumo Pontífice como o chefe da Igreja e pai de todos os cristãos[3] é uma horrenda idolatria. O Cabeça da Igreja é Cristo e tão somente (Ef 5:23). E o Único Pai de todos os cristãos salvos é Deus Pai (Mt 23:9). É de tal gravidade a idolatria papal, que o próprio Senhor Jesus considera-Se o nosso irmão, de modo que o Papa se põe acima dEle ao arrogar-se como o “pai” de todos (Hb 2:11-12). E não pode haver Vigário ou Representante de Cristo na Terra, uma vez que Deus não divide Sua glória com ninguém (Is 42:8). Essa reprovação é extensível com algumas diferenças, à Igreja Ortodoxa, já que há Patriarcas nela; 
     
    Dado que são poucos os apóstolos chamados, é fácil entender o porquê são eles, e somente eles, os homenageados por Deus em Ap 21:14. Os apóstolos, com a exceção do Ap. Paulo, considerado o menor dos apóstolos por ter sido “chamado fora de tempo” e por ter sido perseguidor da Igreja, terão os seus nomes gravados nos fundamentos da Nova Jerusalém. Se houvessem apóstolos em sucessão com igual dignidade, como deseja a doutrina papal, essa homenagem seria descabida e sem sentido. Por que os “apóstolos” de Roma não possuem parte nessa homenagem, se eles são maiores que os apóstolos de “outras Sés”, representadas pelos Onze restantes? Ou melhor, para aqueles que desejarem objetar, afirmando que Roma recebe o seu quinhão por Pedro: por que são doze fundamentos iguais e não um principal sobre onze auxiliares? A única resposta plausível é: não há outros apóstolos além dos que foram chamados por Cristo e, entre os chamados, não há, muito menos, um Vigário. Essa homenagem igualitária, por si só, destrói a noção idólatra de monarquia papista sobre a Igreja.   
     
    Por isso que o fundamento do dogma da infalibilidade papal é falso em seu princípio gerador. Isso porquê o papa não pode alegar primado algum e, muito menos, invocar autoridade suprema como “pai e doutor” de toda a Igreja. No entanto, a doutrina de que os apóstolos são infalíveis somente em matérias de fé e moral, também é falso.    
     
    Os apóstolos receberam autoridade de Cristo para, sob inspiração do Espírito Santo, escreverem Escritura (Jo 16:12-13). Inspirados por Deus, seus textos são infalíveis em quaisquer assuntos que abordem (Mt 24:35), até mesmo a narração exata de história (Lc 2:1-2). Outra questão contraditória nesta doutrina papal, é que o Papa está proibido de mudar a doutrina dada à Igreja. No entanto, sob inspiração divina, os apóstolos, especialmente o apóstolo Paulo, delinearam o Novo Pacto, que estava oculto outrora. Oras, se o Papa é o maior dos apóstolos, por que ele não pode trazer novas revelações? E ainda: por que ele está limitado aos assuntos de fé e a moral? A resposta: porquê a doutrina trai-se a si mesma, evidenciando a sua falsidade.    
     
    Mas não é só: a infalibilidade dos apóstolos quando pronunciavam doutrina, era atestada por milagres realizados diante de incrédulos e confirmada por profetas. Se o Papa traz uma doutrina que conclama ser infalível, onde está o espírito que o inspirou? Por que ele não é capaz de fazer milagres para atestar a sua autoridade apostólica? A resposta: porquê isso é evidência de que ele não é um apóstolo. Na verdade todos os duzentos e cinqüenta e quatro papas que ocuparam o trono de São Pedro são anti-apóstolos, como vimos. Eles são tão anti-apóstolos quanto vários líderes de igrejas neo-pentecostais.    
     
    O dogma é falso, portanto, porquê não há primado romano e muito menos há licitude na dignidade papal. E ainda, não há outros apóstolos além do apóstolo João, que foi convocado à Glória eterna no final do século I. A ausência de apóstolos deve-se ao fato de que Deus é constante. Ele é constante a medida em que não propõe novas revelações, uma vez dadas aquelas que Ele considera suficiente. Por isso que Ele proíbe adições à Bíblia, como expresso neste aviso solene:   
     
    (Gl 1:9 ACF) Mas, ainda que nós mesmos ou um anjo do céu vos anuncie outro evangelho além do que já vos tenho anunciado, seja anátema. Assim, como já vo-lo dissemos, agora de novo também vo-lo digo. Se alguém vos anunciar outro evangelho além do que já recebestes, seja anátema.    
     
    O dogma também é falso, pois considerando que o Papa seja, por absurdo, um apóstolo, ele não estaria sob nenhum limite que o próprio Espírito Santo não o impusesse. E ele faria milagres que serviriam de prova de seu apostolado

    A Verdadeira Rocha

    Quem é a Rocha ??

    "E sobre esta pedra (Pedro) edificarei minha igreja..." Mt 16:18

    A pedra é Pedro, ou a pedra não é Pedro?

    Perguntaremos a Moisés:

    Dt 32:4  Ele é a Rocha, cuja obra é perfeita, porque todos os seus caminhos justos são; Deus é a verdade, e não há nele injustiça; justo e reto é.

    Dt 32:30  Como poderia ser que um só perseguisse mil, e dois fizessem fugir dez mil, se a sua Rocha os não vendera, e o SENHOR os não entregara?

     Perguntaremos a Samuel:

    1Sm 2:2  Não há santo como o SENHOR; porque não há outro fora de ti; e rocha nenhuma há como o nosso Deus.

    2Sm 22:2  Disse pois: O SENHOR é o meu rochedo, e o meu lugar forte, e o meu libertador.

    2Sm 22:3  Deus é o meu rochedo, nele confiarei; o meu escudo, e a força da minha salvação, o meu alto retiro, e o meu refúgio. O meu Salvador, da violência me salvas.

    2Sm 22:32  Por que, quem é Deus, senão o SENHOR? E quem é rochedo, senão o nosso Deus?

    2Sm 22:47  Vive o SENHOR, e bendito seja o meu rochedo; e exaltado seja Deus, a rocha da minha salvação,

     Perguntaremos a Davi

     Sl 18:2  O SENHOR é o meu rochedo, e o meu lugar forte, e o meu libertador; o meu Deus, a minha fortaleza, em quem confio; o meu escudo, a força da minha salvação, e o meu alto refúgio.

    Sl 18:31  Porque quem é Deus senão o SENHOR? E quem é rochedo senão o nosso Deus?

    Sl 18:46  O SENHOR vive; e bendito seja o meu rochedo, e exaltado seja o Deus da minha salvação.

    Sl 61:2  Desde o fim da terra clamarei a ti, quando o meu coração estiver desmaiado; leva-me para a rocha que é mais alta do que eu.

    Sl 92:15  Para anunciar que o SENHOR é reto. Ele é a minha rocha e nele não há injustiça.

    Perguntaremos a Isaias

    Is 26:4  Confiai no SENHOR perpetuamente; porque o SENHOR DEUS é uma rocha eterna.

    Is 28:16  Portanto assim diz o Senhor DEUS: Eis que eu assentei em Sião uma pedra, uma pedra já provada, pedra preciosa de esquina, que está bem firme e fundada; aquele que crer não se apresse.

    Is 32:2  E será aquele homem como um esconderijo contra o vento, e um refúgio contra a tempestade, como ribeiros de águas em lugares secos, e como a sombra de uma grande rocha em terra sedenta.

    Perguntaremos ao próprio Pedro:

    1Pe 2:6  Por isso também na Escritura se contém: Eis que ponho em Sião a pedra principal da esquina, eleita e preciosa; E quem nela crer não será confundido.

    1Pe 2:7  E assim para vós, os que credes, é preciosa, mas, para os rebeldes, A pedra que os edificadores reprovaram, Essa foi a principal da esquina,

    1Pe 2:8  E uma pedra de tropeço e rocha de escândalo,

    Perguntaremos a Paulo

    Rm 9:32  Por quê? Porque não foi pela fé, mas como que pelas obras da lei; tropeçaram na pedra de tropeço;

    Rm 9:33  Como está escrito: Eis que eu ponho em Sião uma pedra de tropeço, e uma rocha de escândalo; E todo aquele que crer nela não será confundido.

    1Co 10:4  E beberam todos de uma mesma bebida espiritual, porque bebiam da pedra espiritual que os seguia; e a pedra era Cristo.

    Ef 2:20  Edificados sobre o fundamento dos apóstolos e dos profetas, de que Jesus Cristo é a principal pedra da esquina; 

    Jesus diz:

    Mc 12:10  Ainda não lestes esta Escritura: A pedra, que os edificadores rejeitaram, Esta foi posta por cabeça de esquina;

    Mt 21:42  Diz-lhes Jesus: Nunca lestes nas Escrituras: A pedra, que os edificadores rejeitaram, Essa foi posta por cabeça do ângulo; Pelo Senhor foi feito isto, E é maravilhoso aos nossos olhos?

    Jo 14:6  Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim.

    Portanto, a todos aqueles que afirmam que a pedra é Pedro, responderemos como Moisés

    Dt 32:18  Esqueceste-te da Rocha que te gerou; e em esquecimento puseste o Deus que te formou;

    Dt 32:31  Porque a sua rocha não é como a nossa Rocha, sendo até os nossos inimigos juízes disto

     

    Lembrem a cada dia quem realmente e a Rocha de sua Vida!

    Bençãos ou Maldições ?

     

    Em meu livro -“A Deusa do Terceiro Milênio” - Editora Universal, 1999, lemos o seguinte no capítulo 27: “Diz o Dr. Russell Shedd, teólogo americano radicado no Brasil há mais de 30 anos, em seu comentário de Efésios, que “toda bênção espiritual que não provém de Jesus Cristo se torna em maldição”. Como a Bíblia - no segundo Mandamento - condena terminantemente qualquer tipo de idolatria, mesmo que seja um culto à imagem do próprio Jesus, fica meridianamente claro que se uma bênção for dada através de um ídolo ela se transforma em maldição” 

    Em 1980, quando aqui esteve pela primeira vez, o Papa JP2 abençoou o Brasil através de um ídolo de terracota chamado “Nossa Senhora da Aparecida”. Como conseqüência, nos anos seguintes, o país entrou numa onda de maldição incontrolável. Sérios problemas políticos. Inflação galopante. Tremendas secas no Nordeste. O nascimento do Cruzado. O enxerto do Cruzado Novo. O Presidente Collor. Aumento da violência. Seqüestros generalizados. Terremotos no Ceará... E por aí a fora. 

    Agora vem o Papa Ratzinger abençoar o Brasil, canonizar um tal de Frei Galvão (ou seria Gavião?) e beatificar uma freira, a qual mais tarde será canonizada. Depois Ratzinger vai começar a pensar na beatificação e canonização do Padre Cícero. Juazeiro do Norte arrecada uma fábula com os romeiros ignorantes, que vêm de todos os recantos do Nordeste, a fim de venerar o fundador da cidade. Não haverá problema na busca dos dois milagres exigidos para uma canonização, pois, segundo as narrativas dos romeiros, já acontecerem centenas destes. Onde há “milagres” há afluência de gente que não conhece a Bíblia. O Vaticano está de olho na parte do leão, nessa torrente de dinheiro que vai correr, quando o “Padim Ciço” virar santo. 

    Com a chegada do Papa Ratzinger, os problemas econômicos, sociais e espirituais vão crescer muito neste país. É provável que aconteça uma crise política maior do que a do Mensalão, com mais escândalos semanais de roubalheira nos altos escalões do Governo. Pode acontecer que os bandidos mais perigosos se inspirem na “santidade” do ex-chefe da Inquisição Moderna e resolvam queimar muitos inocentes neste país. Pode ser que os protegidos do Governo, que têm por obrigação salvaguardar a fauna e a flora da Amazônia e do Pantanal, comecem a matar milhões - em vez de “apenas” milhares - de animais indefesos. 

    Diz o ex-padre veneziano, Joseph Zachello que serviu o Papa por 34 anos:

    Em 1851, Pio IX concedeu a “Rosa de Ouro” ao Rei das Duas Sicílias. Em menos de um ano ele perdeu a coroa e o reino.

    Em 1866, ele abençoou o Kaiser da Áustria. Em menos de um ano este Imperador perdeu Veneza e a guerra seguinte.

    Em 1867, o Papa abençoou Maximiliano, Imperador do México. Logo em seguida, ele foi destronado e morto a tiros.

    Em 1895, o Arcebispo de Damasco deu a bênção papal às tropas e frota espanholas. Logo em seguida a Espanha perdeu ambas.

    Em 1897, o Núncio Apostólico abençoou o grande “Bazar da Caridade”, em Paris. Cinco minutos mais tarde o prédio ardia em chamas e 150 pessoas da aristocracia pereceram, inclusive a filha da Imperatriz da Áustria.

    Em 1906, Eugene Victoria (Ena), filha do Príncipe Henrique, casou com Afonso XIII, Rei da Espanha, sob a bênção papal. Ela havia sido obrigada a renunciar sua fé protestante e por isso foi abençoada. Embora, uma quinzena mais tarde, tenha escapado milagrosamente de um atentado, no qual 13 pessoas pereceram, seu vestido de noiva ficou todo respingado de sangue. Em 1923, o Papa lhe mandou a “Rosa de Ouro”. Em 1931, ela e o marido foram exilados, quando a Itália se transformou em República, por determinação do Papa, que precisava colocar no Governo daquele país o seu protegido General Franco, para a II Guerra Mundial.

    Em 1924, um rico proprietário de terras nos Estados Unidos - Mr. Edwards - converteu-se ao Catolicismo Romano. Dois anos depois foi a Roma receber a bênção do Papa, tendo morrido 4 dias após ter alcançado a Babilônia moderna... e deixou uma rica herança para o Vaticano.

    Quando Mussolini invadiu a Abissínia e varreu os pobres negros do mapa, o Papa o abençoou nessa “cruzada santa”. Só que, pouco tempo depois, Mussolini e sua amante Clara Petacci foram linchados pelo povo. Já Winston Churchill, o Leão da II Guerra Mundial, foi a Roma receber a bênção do Papa. Perdeu logo o prestígio em seu país, mesmo tendo ganho essa Guerra para os Aliados. Quanto a Roosevelt, mandou um representante ao Vaticano “apanhar” a bênção. Perdeu o respeito do povo americano e morreu logo em seguida, sem contemplar a vitória dos Estados Unidos.

    Em 1951, a futura Rainha da Inglaterra foi pedir a bênção do Papa. Pouco tempo depois a Inglaterra perdeu os poços petrolíferos no Irã, o Canal de Suez e a guerra contra o Egito. E para encerrar, em 1958, o Cardeal Stritch, de Chicago, ao ser nomeado Representante no Vaticano, para lá se dirigiu. Adoeceu gravemente e o Papa, que havia abençoado sua viagem, não foi capaz de visitá-lo, quando ele teve de amputar um braço e morrer a poucas quadras da Catedral de S. Pedro.

    Parece que houve muitas coincidências... Por isso é bom não arriscar. Atenção viúvas ricas: Não se confessem nos próximos 40 dias, pois se contarem no confessionário que têm milhões aplicados nos bancos, pode ser que o “Anjo da Morte” resolva agir antes da hora... Uma das táticas dos jesuítas é exatamente esta. (Informação do “Vatican Assassins”, de Phelps).

    Deus falou claramente ao povo judeu (e devemos aceitar essa admoestação: ” Se não ouvirdes e se não propuserdes, no vosso coração, dar honra ao meu nome, diz o SENHOR dos Exércitos, enviarei a maldição contra vós, e amaldiçoarei as vossas bênçãos; e também já as tenho amaldiçoado, porque não aplicais a isso o coração” (Malaquias 2:2). Ele também diz: “ E todas estas bênçãos virão sobre ti e te alcançarão, quando ouvires a voz do SENHOR teu Deus” (Deuteronômio 28:2). Pela palavra poética de Davi, sabemos é Deus “quem livra da espada maligna o seu servo” (Salmos 144:10). e não o Papa. Não é de bênção papal que o Brasil está precisando. Precisamos da renovação das mentes através da aceitação do puro Evangelho do Senhor Jesus Cristo. Não é de uma padroeira feita de barro que o Brasil precisa. Ele precisa do Deus vivo e verdadeiro, adorado somente em espírito e em verdade. Não é da bênção do chefe da organização político-religiosa mais rica do planeta que o Brasil precisa. Ele precisa de homens honestos no governo, de gente honesta no comércio e na indústria, de trabalhadores cônscios dos seus deveres e não apenas dos seus direitos. Ele precisa de um presidente salvo pela fé em Cristo, não de um “caótico”, que está tentando transformar o país numa nação comunista. Enfim, o Brasil precisa é de Jesus Cristo! Porque: “Feliz a nação cujo Deus é o Senhor” (Salmos 33:12).

    O falecido Dr. Alcides Conejeiro Peres, em seu Livro – “O que Agrada e o que Desagrada a Deus” (1998), usou parte do artigo acima. Só que, em vez de citar a fonte correta ele usou o nome de uma escritora paraense que havia parafraseado o mesmo. Agora estamos pedindo emprestados ao Dr. Alcides alguns fatos que não constam do artigo do ex-lacaio do papa.

    O papa abençoou Carlota de Bourbon e quando esta voltou de Roma, enlouqueceu.

    O papa abençoou o príncipe Napoleão IV antes dele seguir para a Zululândia, e ali ele morreu.

    O papa abençoou o Presidente brasileiro Washington Luiz, o qual mais tarde foi deposto (24.10.1930), preso no Forte de Copacabana, e em seguida exilado.

    O papa abençoou o Príncipe Rodolfo da Áustria e em seguida ele se suicidou (1889).

    O papa abençoou Afonso XII e este morreu prematuramente.

    O papa abençoou o Arcebispo do Peru e quarenta e três dias depois ele foi envenenado em Viernes Santos.

    O papa abençoou Isabel II e logo ela foi deposta do trono.

    O papa abençoou Francisco José, Imperador da Áustria, o qual logo em seguida sofreu a terrível derrota de Sadowa.

    O papa abençoou Napoleão III e em seguida ele caiu prisioneiro da Prússia em Sedan para morrer exilado e destronado (1873).

    O papa abençoou a cidade de São Francisco (USA) e logo depois ela foi destruída por um terremoto.

    O papa abençoou o Brasil em 1905 e logo depois aconteceram desastres como: o de Aqüidabã, pragas de gafanhoto em São Paulo, secas no sul e tremendas inundações em outros estados do país.

    O papa abençoou a Imperatriz do Brasil e logo em seguida ela quebrou a perna.

    O papa abençoou os navios “Santa Maria” e “América”. No primeiro estavam viajando onze freiras; ambos naufragaram com perda total. [Se as bênçãos do papa não servem para salvar as suas escravas freiras, muito menos os protestantes, que não vivem engolindo a bolachinha de trigo todo dia!]

    Após a bênçãoUrbi et Orbi” em 20.01.1870, o Vaticano perdeu o domínio sobre os Estados Papais e os papas foram confinados ao Vaticano, aí ficando durante quase sessenta anos.

    O papa abençoou a Princesa Isabel do Brasil e ela foi expulsa do país.

    O Presidente brasileiro Campos Sales recebeu uma bênção do papa com validade para três gerações e poucos dias depois foi assassinado em sua fazenda (1902).

    O papa abençoou o Presidente brasileiro Afonso Pena e este faleceu um mês depois. (14.04.1910)

    No quarto centenário o Brasil foi abençoado pelo papa e então faliram muitos bancos no Rio e em outras cidades. Houve escassez de trabalho, crises e suicídios.

    Quando o papa esteve no Brasil, visitou o Vidigal (favela) e o Corcovado (02.07.80). A dona de casa V.L.A.S., então com 27 anos, deu à luz um belo menino, que foi batizado com o nome de Carol (Karol é o nome de batismo do papa). Hoje essa criança sofre de uma rara moléstia conhecida como ataxia-teleangectásica, que provoca alterações neurológicas e diminuição na defesa orgânica. Jornal “O Dia” de 02.10.97.

    Até aqui tivemos algumas das informações do Dr. Alcides.

    Em 1997 faleceu em violento acidente automobilístico a Princesa Diana, a qual algum tempo antes havia ido a Roma pedir a bênção do papa.

    O rei dos cantores brasileiros cantou para o papa em outubro de 1997; foi por ele abençoado e mais tarde teve a infelicidade de ver sua amada esposa com câncer.

    Por muita sorte o famoso ator global que leu uma mensagem do povo brasileiro para o Papa JP2 ainda continua em plena forma. Dizem que ele é um “reto de coração” e como Deus vê o coração e é misericordioso demais, provavelmente fechou os olhos à sua papolatria.

    Em 1998 o papa JP2 visitou a Alemanha e, logo em seguida, duas igrejas foram incendiadas. Para não mencionar o fato de que o DM (Marco Alemão) começou a despencar. Eu mesma presenciei essa queda, quando lá estive, no ano seguinte.

    Um evangelista internacionalmente famoso, mesmo conhecendo a Palavra de Deus, tornou-se ecumenista e foi a Roma pedir a bênção do papa. Hoje está inutilizado com o Mal de Parkinson.

    Um líder evangélico brasileiro foi visitar o papa, que o abençoou. Infelizmente ele veio a cair em desgraça por causa de alguns investimentos suspeitos... com o dinheiro dos dízimos dos membros de sua igreja, que ainda acreditaram em Malaquias [Livro do VT, que nada tem a ver com a Igreja] e pensaram (como a maioria dos todos) que se não entregarem o dízimo deixarão de ser abençoados por Deus.

    O mais famoso campeão argentino de futebol pediu e recebeu a bênção do papa. Mais tarde caiu irremediavelmente no álcool e nas drogas, perdendo o título e a credibilidade dos fãs. Hoje é um saco de doenças, um infeliz!Em 1998, um famoso craque do futebol brasileiro foi a Roma pedir a bênção do papa e em nosso artigo publicado no jornal “O Diário de Teresópolis” de 15.07.98, predissemos que o Brasil iria perder o Penta por causa dessa “bênção”, o que realmente aconteceu, no dia da decisão final.

    Quando analisamos tantas coincidências desastrosas não podemos deixar de alertar as pessoas no sentido de buscarem somente as bênçãos de Cristo, através da leitura da Palavra de Deus, a qual conduz naturalmente a uma vida reta diante de Deus e dos homens (2 Timóteo 3:16-17). Quem lê a Bíblia, ama o Senhor Jesus Cristo e é honesto já é automaticamente abençoado! Os fatos têm demonstrado que receber bênção do papa só acarreta desgraça para os incautos analfabetos bíblicos.

    Por isso não me canso de alertar: cuidado com a bênção do papa! Quem é tão corajoso a ponto de encarar esse perigo? A tanto não chega a minha coragem!!!

    Mary Schultze, abril, 2007.

    http://www.cpr.org.br/Mary.htm 

    May 02

    Fazer o que você gosta X Gostar do que você faz

    Por Stephen Kanitz, formado em Administração de Empresas por Harvard e Articulista da VEJA.
    A escolha de uma profissão é o primeiro calvário de todo adolescente.
    Muitos tios, pais e orientadores vocacionais acabam recomendando "fazer o que se gosta", um conselho confuso e equivocado.
    Nenhuma empresa paga o profissional para fazer o que os funcionários gostam que normalmente é jogar futebol, ler um livro ou tomar chope na praia.
    Justamente, paga-se um salário para compensar o fato de que o trabalho é essencialmente chato.
    Mesmo que você ache que gosta de algo no início de uma carreira, continuar a gostar da mesma coisa 25 anos depois não é tão fácil assim. Os gostos mudam, e aí você muda de profissão em profissão?
    As coisas que eu realmente gosto de fazer, eu faço de graça, como organizar o Prêmio Bem Eficiente; ou faço quase de graça, como escrever artigos para a imprensa.
    Eu duvido que os jogadores profissionais de futebol adorem acordar às 6 horas todo dia para treinar, faça sol, faça chuva. No fim de semana eles jogam bilhar, não o futebol que tanto dizem adorar.
    O "ócio criativo", o sonho brasileiro de receber um salário para "fazer o que se gosta", somente é alcançado por alguns professores de filosofia que podem ler o que gostam em tempo integral. Nós, a grande maioria dos mortais, terá que trabalhar em algo que não necessariamente gostamos, mas que precisará ser feito. Algo que a sociedade demanda.
    Toda semana recebo jovens que querem trabalhar na minha consultoria num projeto social. "Quero ajudar os outros, não quero participar deste capitalismo selvagem". Nestes casos, peço para deixarem comigo seus sapatos e suas meias, e voltarem a conversar comigo em uma semana.
    Normalmente nunca voltam, não demora mais do que 30 minutos para a ficha cair.
    É uma arrogância intelectual que se ensina nas universidades brasileiras e um insulto aos sapateiros e aos trabalhadores dizer que eles não ajudam os outros. O que seria de nós se ninguém produzisse sapatos e meias, só porque alguns membros da sociedade só querem "fazer o que gostam?"
    Quem irá retirar o lixo, que pediatra e obstetra atenderá você às 2 da madrugada? Vocês acham que médicos e enfermeiras atendem aos sábados e domingos porque gostam?
    Felizmente para nós, os médicos, empresas, hospitais e entidades beneficentes que realmente ajudam os outros, estão aí para fazer o que precisa ser feito, aos sábados, domingos e feriados. Eu respeito muito mais os altruístas que fazem aquilo que precisa ser feito, do que os egoístas que só querem "fazer o que gostam".
    Teremos então que trabalhar em algo que odiamos, condenados a uma vida profissional chata e opressora?
    A saída é aprender a gostar do que você faz, em vez de gastar anos a fio mudando de profissão até achar o que você gosta. E isto é mais fácil do que você pensa. Basta fazer o seu trabalho com esmero, um trabalho super bem feito. Curta o prazer da excelência, o prazer estético da qualidade e da perfeição.
    Se quiser procurar algo, descubra suas habilidades naturais, que permitirão fazer seu trabalho com distinção e que o colocarão à frente dos demais.
    Sempre fui um perfeccionista. Fiz muitas coisas chatas na vida, mas sempre fiz questão de fazê-las bem feitas. Sou até criticado por isto, demoro demais, vivo brigando com quem é medíocre, reescrevo estes artigos umas 40 vezes para o desespero dos editores, sou super exigente, comigo e com os outros.
    Hoje, percebo que foi este perfeccionismo que me permitiu sobreviver à chatice da vida, que me fez gostar das coisas chatas que tenho de fazer.
    Se você não gosta do seu trabalho, tente fazê-lo bem feito. Seja o melhor na sua área, destaque-se pela sua precisão. Você será aplaudido, valorizado, procurado e outras portas se abrirão. Você vai começar a gostar do que faz, vai começar até a ser criativo, inventando coisa nova, e isto é um raro prazer.
    Faça o seu trabalho mal feito e você estará odiando o que faz, a sua empresa o seu patrão, os seus colegas, o seu país e a si mesmo.
    Este é na minha opinião, o problema número 1 do Brasil. Fazemos tudo mal feito, fazemos o mínimo necessário, simplesmente porque não aprendemos a gostar do que temos de fazer e não realizamos tudo bem feito, com qualidade e precisão.
    É o que os especialistas chamam de ser um profissional "WORK LOVER", nós chegaremos lá, se Deus quiser....